<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718</id><updated>2012-02-16T05:48:46.908-08:00</updated><category term='indice'/><category term='carnet de route'/><category term='cityscope'/><category term='black box - small recordings for architecture'/><category term='architecture'/><category term='porto'/><category term='public spaces'/><category term='blackbox'/><title type='text'>blackbox</title><subtitle type='html'>opozine</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-7980173830292391076</id><published>2008-09-01T08:29:00.001-07:00</published><updated>2008-09-01T08:29:44.934-07:00</updated><title type='text'>News - TCN pronta a assinar contrato do Bolhão desde que exista uma "cláusula de conforto" [Público]</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A novela Bolhão prossegue com novos desenvolvimentos. É impressionante como é possível lançar um concurso público nestas condições. Entretando decorre a vida no mercado, perdem-se oportunidades e tempo. Aqui fica a notícia do Público:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Passou um mês, mas a posição da TramCroNe (TCN) não sofreu grandes alterações. No início de Agosto, o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Lino Ferreira, avisou a empresa à qual foi adjudicada a recuperação e exploração do Mercado do Bolhão que tinha 30 dias para assinar o contrato de concessão. Caso contrário, a câmara ameaça levantar a garantia bancária de 250 mil euros e processar a empresa. O prazo chega hoje ao fim e o responsável da TCN, Pedro Neves, reafirma: "Estamos prontos a assinar um contrato que inclua uma cláusula de conforto onde esteja definido que, caso a nossa proposta de base não possa ser executada, podemos desenvolver um projecto que respeite os princípios do desenvolvimento urbano sustentável".Trocando em miúdos: assinar contrato, sim, mas que não obrigue a cumprir a proposta inicial apresentada pela TCN. Até porque o Igespar (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico) já deixou claro que não a aprovará. "Não conseguimos ter uma garantia de que aquilo que propusemos vai ser executado", admite Pedro Neves. A solução da empresa passa assim pela assinatura de um contrato "que, mesmo não tendo objecto, continua a respeitar os objectivos", diz. A saber: garantir que os interesses públicos estão assegurados e que o investidor privado tem interesse em fazer o investimento, encontrando uma solução que crie empregos, tenha preocupações sociais e seja amiga do ambiente.O que falta agora saber é se a Câmara do Porto está disposta a aceitar esta solução. O PÚBLICO tentou obter uma reacção do vereador do Urbanismo, mas Lino Ferreira encontra-se de férias e só regressa ao trabalho no início da próxima semana, informou o gabinete de comunicação da autarquia. Contudo, aquando da conferência de imprensa de 1 de Agosto, o vereador insistira na necessidade da TCN assinar o contrato e apresentar um projecto concreto. "A TCN tem de apresentar um projecto; só depois disso é que a câmara e o Igespar se vão pronunciar sobre ele", disse.Pedro Neves não confirma se esse projecto, passível de ser aprovado pelas duas entidades, já está elaborado. Mas garante que a TCN não tem qualquer intenção de desistir do mercado. "Não queremos fugir a este desafio, gostamos muito do Bolhão. Temos o que é necessário, precisamos, efectivamente, de ter uma garantia", sintetiza.O administrador-delegado da TCN acredita que a solução "pode acontecer de um momento para o outro" porque há "propostas em cima da mesa". Mas não quer falar em soluções concretas e muito menos avançar quais os aspectos da proposta inicial de que a empresa está disposta a abdicar, com o objectivo de obter a aprovação de um projecto. "Isto não é um terreno fabuloso na Foz. Estamos a discutir um edifício com pessoas lá dentro, um objecto com vida própria que tem que ter solução. Há um conjunto de princípios que devem ser respeitados e se ficamos presos aos desenhos, não vamos a lado nenhum", diz. A decisão está, de novo, do lado da autarquia.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;a href="http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fpage%3D21%26dt%3D20080829%26id%3D14210595%26c%3DB%26web%3DEI"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff6666;"&gt;[ler artigo público]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="http://opozine.blogspot.com/search?q=Mercado+do+Bolh%C3%A3o"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff6666;"&gt;+++ O Mercado do Bolhão no opozine&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="http://opozine.blogspot.com/2008/02/cityscope-um-pouco-menos-de-silncio.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff6666;"&gt;+++ Projecto TCN para o Mercado do Bolhão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="http://portoredux.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff6666;"&gt;+++ Porto Redux: Projectos para o Mercado do Bolhão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-7980173830292391076?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/7980173830292391076/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=7980173830292391076' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/7980173830292391076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/7980173830292391076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/09/news-tcn-pronta-assinar-contrato-do.html' title='News - TCN pronta a assinar contrato do Bolhão desde que exista uma &quot;cláusula de conforto&quot; [Público]'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-7179924609812672995</id><published>2008-08-29T16:35:00.001-07:00</published><updated>2008-08-29T16:35:42.051-07:00</updated><title type='text'>News - Chiado atirou decadência pela colina abaixo [Público]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Neste artigo do &lt;a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1340358&amp;amp;idCanal=59"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;público online&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, a propósito do Chiado, histórias para o Porto ouvir. Alguns exemplos daquilo que pode ser evitado e daquilo que deve ser, também, pensado, através das palavras de João Seixas. Aqui fica uma parte:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;No centro comercial, pegado ao qual foi construída uma pequena unidade hoteleira, é sobretudo a FNAC que atrai a clientela. "É um dos factores de animação do Chiado", reconhece o arquitecto, secundado pelo professor universitário João Seixas. O investigador fala dos "conteúdos cosmopolitas" que esta multinacional da cultura trouxe para a zona e da operação de reabilitação encabeçada por Siza, "coordenada pelos poderes públicos", para chegar à conclusão de que o renascimento do Chiado é um caso de sucesso. A identidade do local contribuiu para isso: "Apesar da gravidade do incêndio, o Chiado teve músculo para se manter vivo". Mas é este o Chiado que queremos? &lt;span style="font-size:130%;color:#ff6666;"&gt;&lt;strong&gt;João Seixas admite riscos: "Um dos maiores é o da turistificação e da banalização". Os centros históricos demasiado virados para agradar ao turista acabam por parecer-se todos muito uns com os outros. É preciso que os governantes da cidade apoiem o comércio tradicional e de proximidade, aquele que pode fazer a diferença.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "A prioridade do Chiado deve ser o usufruto dos lisboetas", frisa. Os turistas virão por acréscimo. Há quem veja neste novo Chiado um claro caso de gentrificação, com os seus velhos habitantes a serem substituídos por uma nova camada abastada de residentes e lojistas. "Num espaço com estas características é inevitável", observa João Seixas. "Não vejo mal nenhum nisso". Vinte anos depois das chamas, Siza vai agora completar a reconstrução, ligando um pátio das traseiras da Rua do Carmo ao Convento do Carmo. O elevador do metropolitano para a Rua Ivens também será uma realidade, assegura o arquitecto. "A renovação de toda a zona em seu redor vai conferir ao Chiado o seu papel de zona central, nuclear da cidade". João Seixas também acredita no futuro: "A Baixa é uma Bela Adormecida à espera de que um beijo a desperte".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1340358&amp;amp;idCanal=59"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;ler artigo Público&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-7179924609812672995?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/7179924609812672995/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=7179924609812672995' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/7179924609812672995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/7179924609812672995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/08/news-chiado-atirou-decadncia-pela.html' title='News - Chiado atirou decadência pela colina abaixo [Público]'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-6802444331876612439</id><published>2008-08-23T14:55:00.001-07:00</published><updated>2008-08-23T14:55:46.116-07:00</updated><title type='text'>News - Nova Praça de Lisboa ainda não passou da aprovação do estudo prévio pelo Igespar [Público]</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SK8ObwtH4EI/AAAAAAAABYg/rGE0Sn_HJWg/s1600-h/20080207-plisboa2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237420761748594754" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SK8ObwtH4EI/AAAAAAAABYg/rGE0Sn_HJWg/s320/20080207-plisboa2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Em Fevereiro, a Câmara do Porto acreditava que 18 meses bastariam para inaugurar o novo espaço, mas ainda nem foi assinado o contrato de cedência de superfície à UrbaClérigos&lt;br /&gt;O projecto foi anunciado na Câmara do Porto, em Fevereiro, com a indicação que a nova Praça de Lisboa estaria pronta a ser inaugurada dali a 18 meses. Contudo, seis meses depois, o Igespar (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico) apenas aprovou o estudo prévio que o arquitecto Pedro Balonas desenhou para a UrbaClérigos - Investimentos Imobiliários, SA. E o contrato de cedência do direito de superfície entre a autarquia e o consórcio da Bragaparques e John Neild Associados ainda não foi assinado.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;"Está tudo um pouco atrasado, mas as considerações do Igespar demoram sempre um bocado a chegar", admite o arquitecto Pedro Balonas. De acordo com José Santa Clara, da Bragaparques, o parecer favorável do Igespar chegou à empresa a 4 de Agosto, apenas com algumas "alterações e pormenorizações". &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;O desenho de Balonas, divulgado em Fevereiro, mostrava uma estrutura em betão e vidro, com uma cobertura ondulante, adequada à prática de skate. Numa cota mais alta ficaria um restaurante e, no interior da praça, o Pólo Zero da Federação Académica do Porto, além de uma área comercial com a livraria Byblos (à partida) como loja-âncora. Na altura, Santa Clara já contava com algumas exigências do Igespar, sobretudo na fachada voltada para a Torre dos Clérigos, o que se confirmou. "Tivemos que introduzir alguma compatibilização com a envolvente, sobretudo na fachada do lado dos Clérigos, que ficou mais sóbria, mais contida", diz Pedro Balonas, acrescentando que a proposta inicial "não sofreu grandes alterações".Ainda assim, o restaurante foi obrigado a passar para uma cota menos elevada e a cobertura ondulante foi suavizada. As escadas de acesso também sofreram pequenos ajustes. Com o estudo prévio aprovado, o gabinete de Balonas está já a trabalhar no projecto de licenciamento que terá de receber nova aprovação do Igespar e da Câmara do Porto. A apresentação a estas duas entidades deverá ocorrer "durante o próximo mês de Outubro", estima Santa Clara.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;O responsável da Bragaparques não fala em atraso no desenrolar do processo, porque, no seu entender, os 18 meses considerados necessários à sua conclusão (seis para desenvolver projectos e 12 de obra) só começam a contar após a assinatura do contrato de cedência do direito de superfície da Câmara do Porto à UrbaClérigos. "O que ainda não aconteceu", disse.De acordo com Santa Clara, o contrato ainda não foi assinado porque a autarquia está "a finalizar o processo de passagem do imóvel existente a propriedade horizontal". Uma informação que não foi possível confirmar junto da Câmara do Porto. A proposta do consórcio liderado pela Bragaparques foi a única a apresentar-se ao concurso público aberto pela Câmara do Porto em Dezembro de 2006. O executivo chegou a recusar a proposta, porque a empresa apenas queria pagar cem euros de renda mensal, mas depois de várias negociações, a cedência por 50 anos foi acordada. Mesmo que tudo corra agora sobre rodas, a Praça de Lisboa já não deverá ser inaugurada antes do fim de 2009 - e nunca em meados do próximo ano, conforme fora anunciado em Fevereiro. Tal significa que adiada ficará também a chegada ao Porto da maior livraria do país, a Byblos, cuja instalação está prevista para a Praça de Lisboa. O espaço, criado por Américo Areal, deverá contar com mais de 150 mil títulos e ocupar a fatia de leão da área comercial da Praça de Lisboa.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20080822%26page%3D21%26c%3DB"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;+++ Público&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/praa-de-lisboa-i.html"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;+++ Opozine: A Praça de Lisboa [Vasco Cortez]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-6802444331876612439?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/6802444331876612439/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=6802444331876612439' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/6802444331876612439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/6802444331876612439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/08/news-nova-praa-de-lisboa-ainda-no.html' title='News - Nova Praça de Lisboa ainda não passou da aprovação do estudo prévio pelo Igespar [Público]'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SK8ObwtH4EI/AAAAAAAABYg/rGE0Sn_HJWg/s72-c/20080207-plisboa2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-6992175128435454701</id><published>2008-08-22T14:03:00.000-07:00</published><updated>2008-08-22T14:30:19.788-07:00</updated><title type='text'>Porto Redux Releases 001*</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Redux: alguns avisos politicamente (in)correctos*&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;Nuno Portas &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 307px; HEIGHT: 230px" name="flashticker" align="middle" src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf" type="application/x-shockwave-flash" flashvars="mode=preview&amp;amp;previewLayout=white&amp;amp;username=opo.zine&amp;amp;docName=portas_redux_001&amp;amp;documentId=080814114506-447fa27f1ea44d789ede1a754056723d&amp;amp;autoFlip=true&amp;amp;backgroundColor=ffffff&amp;amp;layout=grey" salign="l" scale="noscale" quality="high"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; (Re)habitar é um dos componentes da revitalizar partes de uma cidade que já foi única e agora é múltipla, como são o Porto ou Lisboa. Mas não nos iludamos: já não será para as mesmas classes de pessoas que lá foram ficando nem para as mesmas classes de pessoas que foram procurando outros lugares no espaço metropolitano – por razões de custos, de modo e de modos de vida, de proximidades, de ambiente.&lt;br /&gt;Os futuros habitantes das áreas centrais se se mantêm as tendências de outras nacionalidades, serão outra gente, city-user’s como agora lhe chamam: mais novos, mais solventes, mais em trânsito ou temporários, talvez mais pedestres, mas também outros, como os imigrantes dependentes de empregos de serviços que ocupam os nichos residuais não reabilitados. Programas rígidos morosos e caros como o do Barredo (anos 70) não se tem repetido – nem em Bolonha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Os outros componentes de revitalisar uma área central não têm tanto que ver com o habitat mas com o trabalho, com os serviços, os consumos, os ócios (restauração incluída) e, cada vez mais, a hotelaria e as residências especiais ou de função. Estes, tem sido na “Europa das cidades”, os motores da revitalização económica e da reabilitação dos imóveis. O que parece óbvio, como solução - e falo das cidades maiores – não o é tanto na prática, devendo ter-se em conta que esta revolução funcional entra em conflito com os designios políticos de manter a função habitacional tradicional, com os desígnios ambientais de evitar o transporte individual e, ainda, com os designios de coexistência entre os comércios e escritórios tradicionais e os novos que dão prestígio e pagam o m2 de centralidade. Com o critério do “não se pode ter tudo” ou “não se devem pôr todos os ovos no mesmo cesto”, as soluções mais conseguidas são as de compatibilização de interesses apriori inimigos. O caso do Chiado (que não é o da Baixa) é um exemplo interessante dos compromissos satisfatórios e dos que ainda faltam. Aliás, depois do Metro lá chegar, as perspectivas melhoraram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Deixei para trás um aspecto mais polémico – o cultural – ou seja, o de se manterem ou alterarem mais ou menos profundamente, o que se poderia chamar a “imagem” herdada de uma área urbana, sobretudo quando reconhecida como caracteristica de uma época. Já sabemos que não é resposta a este problema que se arrasta à quase um século entre contextualistas e renovadores. E falo já da imagem arquitectónica, lida nos edifícios singulares ou nos conjuntos e não da imagem urbana que pode sobreviver às sucessivas e variadas culturas artísticas como verdadeiro palimpsesto que manterá e qualifica no essencial o sistema estruturante do espaço público. Enquanto a edificação se renova obedecendo aos cadastros de regras de implantação aceites como suficientemente consensuais. Estas regras dependem obviamente das características de cada área urbana em transformação – desde as mais unitárias e emblemáticas (a Baixa de Lisboa, o miolo intra-muros de Guimarães ou Évora), às mais ecléticas e que ofereçam maiores graus de liberdade (as avenidas novas de várias cidades burguesas). O “bom senso e bom gosto”, como diziam os homens cultos de oitocentos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; A polémica do Bolhão (como do Parque Meyer na Capital), teria uma saída suficientemente consensual se não fosse a trapalhada administrativa arranjada pelo municipio ou pela SRU por razões conjecturais, de quem não percebeu a tempo como devia conduzir o processo – desde os antecendentes (que eram respeitáveis) aos consequentes que se revelaram irresponsáveis. E a prova está na evidente dificuldade presente em reconduzir a termos sensatos ou aceitáveis um processo de concurso pelos vistos sem as regras necessárias e suficientes para orientar ou balizar o negócio legítimos dos concorrentes. Não está em discussão, neste momento, a decisão de alienar o Mercado, nem sequer a exigência de intocabilidade da sua construção. Há exemplos já citados na discussão pública – como o de Convent Garden em Londres ou de St.Germain em Paris – que podiam ter ajudado a definir essas regras. Para já não falar da proposta a concurso anteriormente escolhida que mesmo sem ser imposta na sua integridade (já que correspondia a outro processo) teria indicado as limitações arquitectónicas e não só: também as dotações de estacionamento ou dos tipos de alojamento aceitáveis (certamente de tipo hoteleiro) e de mix comercial (para proteger interesses locais ou tradicionais). E agora?&lt;br /&gt;A verdade é que o caso Bolhão teve antecedentes no afã de decidir sem medir as consequências – ou de se querer mostrar que tudo o que se fez antes estava errado...E afinal, neste como noutros casos conhecidos, estava-se no caminho certo e podia-se ter evitado o pior. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; O caso Bolhão – para além da questão, nada secundária, como disse atrás, de ser renovado mantendo a memória da pedra e do ferro da escola do arquitecto Marques da Silva (que não foi um arquitecto qualquer) – não deixa de levantar uma questão, mais geral, de governância urbana e de conformação arquitectónica.&lt;br /&gt;É a questão da escolha dos programas para certos lugares ou edifícios singulares que se bem doseados podem detonar ou ancorar as reabilitações generalizadas no seu entorno (efeitos colaterais ou de catálise como também se diz).&lt;br /&gt;Estes programas são sujeitos a duas tentações extremas: a da continuidade temática a acompanhar o mimetismo físico ou, no outro extremo, a da mudança radical de programa, em geral por razões financeiras, que já são lugares comuns, e que transformam o existente numa espécie de caricatura, deixando alguns elementos do antigo como alibis envergonhados da mudança. Entre estes dois extremos, o conservador e o novo-rico-fantasista, há felizmente diversas composições de funções e linguagens dos espaços que podem trazer novidade à área consolidada mas decadente à sua volta. Inovação temática que carece de imaginação na alternativa a programas convencionais, serão esgotados, que resultaram noutras situações urbanas e podem falhar nas áreas centrais em perda e pedra. Pré-reformadores imaginativos precisam-se! Do mesmo modo, a ingénua solução de fingir que se conserva a memória do lugar tornando-a “décor” alusivo pode nem ter o efeito de renovação e atraiçoar o de conservação. Arquitectos transfiguradores (com bom senso) precisam-se igualmente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt; Isto dito, em termos genéricos, não queria terminar sem voltar ao lugar do Bolhão. Toda a opinião, sem experimentar hipóteses mais concretas é sempre um risco, sobretudo, quando os problemas obrigam a repensar e avaliar, ao mesmo tempo, programa(s) e configuração(ões). À partida, quere-me parecer que a compacidade e regularidade do conjunto de ruas e quarteirões e a singularidade do edifício-quarteirão que é o mercado não deixaria muitas dúvidas de que não é um lugar para invenções descontextualizadas, incluindo a substituição da coerência e unidade da fachada pétrea que encerra e abre para as ruas. O exercício que me proporia seria o de repensar o novo programa dessa parede para o interior e, ao mesmo tempo, do interior para fora. Assim, e ao contrário, do que se faz habitualmente num centro comercial solitário, neste caso o programa não pode ser um dado padronizado, mas uma resultante nova do que essa dialéctica “interior/exterior” e “pré-existente/modificação” nos imporia. E mais não digo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;*&lt;/span&gt;Nuno Portas [Arquitecto e Urbanista]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Este texto foi escrito pelo arquitecto Nuno Portas no âmbito da segunda sessão do seminário Porto Redux. Agradecemos, desta forma, a disponibilidade e o interesse demonstrado pelo autor.&lt;br /&gt;**Sessão realizada no dia 24 de Abril de 2008, no Espaço Oficina da Galeria Fernando Santos, sobre o tema: Cidades: emergências + permanências. Contou com a presença de: Rui Losa [Arquitecto - SRU], Rio Fernandes [Géografo - FLUP], Alexandra Gesta [Arquitecta - Guimarães], Rui Moreira [Economista - Associação Comercial Porto];Moderador: Nuno Grande [Arquitecto - FAUP]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;Porto Redux Releases [Agosto 2008]&lt;br /&gt;Opozine + CCRE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-6992175128435454701?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/6992175128435454701/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=6992175128435454701' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/6992175128435454701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/6992175128435454701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/08/porto-redux-releases-001.html' title='Porto Redux Releases 001*'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-6441096764397985577</id><published>2008-08-18T14:16:00.000-07:00</published><updated>2008-08-22T14:17:10.857-07:00</updated><title type='text'>Porto Redux Releases - Filmes conferências</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SJg8xaLjcCI/AAAAAAAABWg/94u_RMUFkRw/s1600-h/filmes+redux.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230997786729869346" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SJg8xaLjcCI/AAAAAAAABWg/94u_RMUFkRw/s200/filmes+redux.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SJ80OSw3efI/AAAAAAAABXQ/_3za3ZUO1XY/s1600-h/porto+redux+fotos+online.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5232958712187419122" style="CURSOR: hand" height="135" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SJ80OSw3efI/AAAAAAAABXQ/_3za3ZUO1XY/s200/porto+redux+fotos+online.jpg" width="122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Estão disponiveis na plataforma&lt;/span&gt; &lt;a href="http://web.ccre.arq.up.pt/main/index.php"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;CCRE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;os videos das três sessões das conferências &lt;a href="http://portoredux.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;Porto Redux&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;realizadas em Abril no espaço oficina da Galeria Fernando Santos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Para ver aqui:&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;+++&lt;/span&gt; &lt;a href="http://ccre.up.pt/PortoReduxSeminario/PortoReduxSeminarios.swf"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;Sessão 01&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;+++&lt;/span&gt; &lt;a href="http://ccre.up.pt/PortoReduxSeminario/PortoReduxSeminarios.swf"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;Sessão 02&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;+++&lt;/span&gt; &lt;a href="http://ccre.up.pt/PortoReduxSeminario/PortoReduxSeminarios.swf"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Sessão 03&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-6441096764397985577?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/6441096764397985577/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=6441096764397985577' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/6441096764397985577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/6441096764397985577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/08/porto-redux-releases-filmes-conferncias.html' title='Porto Redux Releases - Filmes conferências'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SJg8xaLjcCI/AAAAAAAABWg/94u_RMUFkRw/s72-c/filmes+redux.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-2707584962228626201</id><published>2008-07-30T10:09:00.000-07:00</published><updated>2008-07-30T10:36:06.192-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='public spaces'/><title type='text'>Public Spaces/Espaços Públicos 004* - Paris</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SJChPLhLIwI/AAAAAAAABWI/Js683jKdkIk/s1600-h/Stravinsky+001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228856449539187458" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SJChPLhLIwI/AAAAAAAABWI/Js683jKdkIk/s200/Stravinsky+001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SJChPe9ULpI/AAAAAAAABWQ/KZ498VmTWYg/s1600-h/stravinsky+004.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228856454757494418" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SJChPe9ULpI/AAAAAAAABWQ/KZ498VmTWYg/s200/stravinsky+004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Fonte &lt;em&gt;Stravinsky&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Fontaine des automates&lt;/em&gt; na Praça do &lt;em&gt;Centre Georges Pompidou&lt;/em&gt; em Paris.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Ali mesmo ao lado do &lt;em&gt;Centre Georges Pompidou &lt;/em&gt;fica um dos espaços públicos mais interessantes da cidade de Paris. Entre a estrutura tecnológica do Museu e a configuração oitocentista da típica Paris, esta fonte, com obras de &lt;/span&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Niki de Saint-Phalle" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Niki_de_Saint-Phalle"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Niki de Saint-Phalle&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; e de &lt;/span&gt;&lt;a title="Jean Tinguely" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jean_Tinguely"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Jean Tinguely&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, oferece e proporciona um momento único. Sentamo-nos ou deitamo-nos no banco que delimita a fonte e deliciamo-nos com os pequenos objectos (lábios, sereias, corações, elefantes) sempre em movimento e sempre a lançar água. Há qualquer coisa de quase &lt;em&gt;naif&lt;/em&gt; nesses objectos que flutuam sobre a água, mas que nos obrigam a demorar lentamente por ali. Essa é, talvez, a grande virtude de um espaço público: na nossa errância permanente e distraída pela cidade, existir algo que nos detenha, que nos obrigue a demorar num lugar e sentir então que fazemos parte de uma cidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/search/?q=stravinsky+fountain&amp;amp;m=text"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Stravinsky Fountain [fotos]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/search?q=public+spaces"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;+++ Public Spaces&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-2707584962228626201?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/2707584962228626201/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=2707584962228626201' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/2707584962228626201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/2707584962228626201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/public-spacesespaos-pblicos-004-paris.html' title='Public Spaces/Espaços Públicos 004* - Paris'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SJChPLhLIwI/AAAAAAAABWI/Js683jKdkIk/s72-c/Stravinsky+001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-5130577471305438356</id><published>2008-07-25T00:01:00.000-07:00</published><updated>2008-08-22T15:02:41.230-07:00</updated><title type='text'>Last Posts</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/public-spacesespaos-pblicos-003.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Public Spaces 003* - Genebra&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Pedro Bismarck]&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/public-spacesespaos-pblicos-002-em-casa.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Public Spaces 002* - Em casa ou na rua?&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Pedro Bismarck]&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/homeless-houses-rua-da-galeria-de-paris.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Homeless Houses 015* - Galerias de Paris&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/public-spacesespaos-pblicos.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Public Spaces 001* – Berlinischergalerie&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;[Pedro Bismarck] &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/era-uma-vez-um-tnel-replay.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Era uma vez um túnel&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[André Guerreiro]&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/06/porto-water-tanks-concurso.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Porto water tanks competition&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/06/cityscope-mercado-ferreira-borges.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Mercado Ferreira Borges&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;[pedro bismarck]&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/black-box-small-recording-for.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;'O que vejo melhor, vejo-o mal'&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;[pedro bismarck]&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/berliner-philharmoniker-feuer-musik-und.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; Berliner Philharmoniker - Feuer, Musik und Wasser&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;[pedro bismarck] &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/palcio-das-cardosas-replay.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Palácio das Cardosas - replay&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;[pedro bismarck]&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/bolho-redux.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Bolhão Redux&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[pedro oliveira] &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/praa-de-lisboa-iii.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Praça de lisboa iii [fim]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;[vasco cortez]&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/praa-de-lisboa-ii.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;praça de lisboa ii&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;[vasco cortez]&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/praa-de-lisboa-i.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;praça de lisboa i&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[vasco cortez]&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/o-teatro-romano-de-sagunto.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;teatro romano de sagunto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;[carlos castro]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-5130577471305438356?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/5130577471305438356/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=5130577471305438356' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/5130577471305438356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/5130577471305438356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/last-posts.html' title='Last Posts'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-85721969508017687</id><published>2008-07-23T04:54:00.000-07:00</published><updated>2008-07-23T04:59:54.314-07:00</updated><title type='text'>Architect's guide - Herança Le Corbusier</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SIccRYGnZeI/AAAAAAAABV4/2fNrGPfFfDg/s1600-h/lancamento_arq.a_-_Heranca_Le_Corbusier_blog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226176977440302562" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SIccRYGnZeI/AAAAAAAABV4/2fNrGPfFfDg/s320/lancamento_arq.a_-_Heranca_Le_Corbusier_blog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;ARQ./A - HERANÇA LE CORBUSIER&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;com Nuno Portas e Luís Santiago Baptista&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;[&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Clube Literário do Porto&lt;/span&gt;, 25 de Julho, sexta-feira, 18h30]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;No Clube Literário do Porto, a revista arq./a apresentará o seu mais recente número, uma edição dupla especialmente dedicada à herança de Le Corbusier. A apresentação da revista estará a cargo de Luís Santiago Baptista, director da arq./a. A reflexão sobre a herança de Le Corbusier estará a cargo do arquitecto Nuno Portas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Organização: Circo de ideias - Associação Cultural&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Parceria: Clube Literário do Porto Rua Nova da Alfândega, 22 t. 222 089 228&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-85721969508017687?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/85721969508017687/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=85721969508017687' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/85721969508017687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/85721969508017687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/architects-guide-herana-le-corbusier.html' title='Architect&apos;s guide - Herança Le Corbusier'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SIccRYGnZeI/AAAAAAAABV4/2fNrGPfFfDg/s72-c/lancamento_arq.a_-_Heranca_Le_Corbusier_blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-7164560081219886730</id><published>2008-07-21T13:03:00.000-07:00</published><updated>2008-07-21T13:12:46.944-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='public spaces'/><title type='text'>Public Spaces/Espaços Públicos - 003*</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SITsEc1uj2I/AAAAAAAABUs/SGlcpMeFpoM/s1600-h/geneve+pra%C3%A7a001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225561028861792098" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SITsEc1uj2I/AAAAAAAABUs/SGlcpMeFpoM/s200/geneve+pra%C3%A7a001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SITsEyHMtwI/AAAAAAAABU0/Jx3Cw8Q0Cp0/s1600-h/geneve+002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225561034572216066" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SITsEyHMtwI/AAAAAAAABU0/Jx3Cw8Q0Cp0/s200/geneve+002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://maps.google.com/maps?hl=pt-BR&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;q=geneve&amp;amp;ll=46.202364,6.142066&amp;amp;spn=0.007054,0.018711&amp;amp;z=16"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Genebra&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, Suiça, duas situações urbanas interessantes: um pequeno café com esplanada e uma pequena praça com uma solução criativa de iluminação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/search?q=public+spaces"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;+++ Public spaces&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-7164560081219886730?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/7164560081219886730/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=7164560081219886730' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/7164560081219886730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/7164560081219886730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/public-spacesespaos-pblicos-003.html' title='Public Spaces/Espaços Públicos - 003*'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SITsEc1uj2I/AAAAAAAABUs/SGlcpMeFpoM/s72-c/geneve+pra%C3%A7a001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-2678864709365680424</id><published>2008-07-14T08:39:00.000-07:00</published><updated>2008-07-17T04:34:34.907-07:00</updated><title type='text'>Public Spaces/Espaços Públicos 002* - Em casa ou na rua?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SHt42k6y4CI/AAAAAAAABT0/afb0U_9X21o/s1600-h/DSC01404.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222901071884771362" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SHt42k6y4CI/AAAAAAAABT0/afb0U_9X21o/s200/DSC01404.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SHt42W9DvgI/AAAAAAAABTs/hkbTtMrCRl4/s1600-h/DSC01400.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222901068136168962" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SHt42W9DvgI/AAAAAAAABTs/hkbTtMrCRl4/s200/DSC01400.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Berlin, Mitte, Kastanienallee, café 'O Galão'&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Berlin, MItte, Torstrasse, café-bar 'Perlweiss'&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Duas imagens, uma delas de um café português em Berlim, duas formas criativas de ocupar e de utilizar o espaço público e sobretudo a rua. A rua não é só um local de passagem, um local sombrio e transitório, é um território essencial da cidade, tudo se passa na rua. Ela é a montra de cada um dos sítios: cafés, bares, lojas. &lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;O passeio, serve para isso mesmo, servir de transição e contacto entre interior e exterior, entre o privado e o público.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Mesmo durante o inverno, há livros cá fora, roupas, cadeiras, um sofá...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Essa ocupação cria uma diversidade de acontecimentos na paisagem urbana da cidade, cria um ritmo, uma densidade temporária flexível importantissima para dar uma escala humana e acolhedora. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;Estratégias cool ou sítios alternativos diriam alguns. Eu digo, estratégias de criação de espaço,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="color:#33cc00;"&gt;estratégias para uma experiência da cidade mais humanizada, descontraída, intensa. Estratégias que transformam ruas desertas em lugares.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;Ruas domesticadas, ruas que são como casas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Lugares para se ler um livro, beber um café, encontrar alguém, talvez inesperadamente. E depois ouvir os ruídos da cidade, as pessoas que passam, um pássaro...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;#Pedro Bismarck&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/search?q=public+spaces"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Public spaces/Espaços Públicos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-2678864709365680424?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/2678864709365680424/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=2678864709365680424' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/2678864709365680424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/2678864709365680424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/public-spacesespaos-pblicos-002-em-casa.html' title='Public Spaces/Espaços Públicos 002* - Em casa ou na rua?'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SHt42k6y4CI/AAAAAAAABT0/afb0U_9X21o/s72-c/DSC01404.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-9197395183433995047</id><published>2008-07-09T05:27:00.001-07:00</published><updated>2008-07-09T05:31:17.218-07:00</updated><title type='text'>Homeless houses - Rua da Galeria de Paris 015*</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SHSqcJA_71I/AAAAAAAABS8/f4UP_MT0gHA/s1600-h/fachadasparis_parte2+copy2_blogg.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220985268462415698" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SHSqcJA_71I/AAAAAAAABS8/f4UP_MT0gHA/s400/fachadasparis_parte2+copy2_blogg.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SHSqcJA_71I/AAAAAAAABS8/f4UP_MT0gHA/s1600-h/fachadasparis_parte2+copy2_blogg.jpg"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;[zoom in]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Uma das mais belas ruas do porto! E basta ver com atenção para perceber porquê! Ainda assim grande parte dos imóveis continuam desabitados ou abandonados. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Não se percebe realmente. A culpa não é só do mercado! Não acredito que não existam pessoas que não queiram viver aqui ou mesmo trabalhar. Quem tem não quer deixar de ter, mas também não investe, nem deixa investir. Depois um dia cai....Final pouco feliz! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;No discurso à volta do recente incêndio na Avenida da Liberdade, presidente de câmara e juntas de freguesua diziam satisfeitos e tranquilos que não havia problema: há um plano de evacuação de incêndios, há corporações de bombeiros, planos de protecção civil. Mas ninguém falou de um plano generalizado de recuperação e de reabilitação. A maior parte nem sequer sabe qual o número exacto de imóveis abandonados da sua própria freguesia. Fazem-se planos de protecção civil, isso está tudo preparado. Mas e planos de recuperação? Planos de reabilitação, cadastros, soluções, hipóteses que juntem outra entidades públicas como Universidades? Isso está por fazer. E isto é que tem de ser feito ou continuaremos na lógica da 'casa roubada, trancas à portas'. E depois é tarde de mais...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://opozine.blogspot.com/search?q=homeless+houses"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;+++ homeless houses&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-9197395183433995047?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/9197395183433995047/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=9197395183433995047' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/9197395183433995047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/9197395183433995047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/homeless-houses-rua-da-galeria-de-paris.html' title='Homeless houses - Rua da Galeria de Paris 015*'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SHSqcJA_71I/AAAAAAAABS8/f4UP_MT0gHA/s72-c/fachadasparis_parte2+copy2_blogg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-8916031276818695046</id><published>2008-07-07T07:14:00.000-07:00</published><updated>2008-07-07T11:38:01.097-07:00</updated><title type='text'>Public Spaces/Espaços Públicos 001*</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SHIlskryQLI/AAAAAAAABSc/bCkof8bMaF0/s1600-h/2005.05+-+kreuzberg+02_blog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220276365767622834" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SHIlskryQLI/AAAAAAAABSc/bCkof8bMaF0/s320/2005.05+-+kreuzberg+02_blog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;[Berlin, Kreusberg, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.berlinischegalerie.de/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;berlinischegalerie&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;, maio 2005]&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Um dos grandes problemas do Porto é a falta de qualidade de muitos dos espaços públicos. Aqui ficam exemplos de cidades que muito cedo perceberam que interior e exterior, praça e logradouro, casa e rua não são coisas diferentes, mas fazem parte da mesma irreparável e inseparável substância: a cidade. Exemplos para aprender, para ver e para quem sabe, utilizar!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O primeiro mapa, é este  pequeno espaço que dá acesso à &lt;a href="http://www.berlinischegalerie.de/"&gt;Berlinischegalerie.&lt;/a&gt; Marcando uma complicada transição entre rua, interior de quarteirão e entrada de um equipamento público, este espaço serve de foyer exterior do edifício da galeria e cumpre de forma assinalável a sua função. Não foram precisos materiais excessivamente caros, a superficie é em alcatrão, para conferir uma maior dignidade ao lugar. A intervenção artística sobre o chão ajuda a marcar o momento de excepção do espaço em questão. Acima de tudo há uma certa urbanidade e simplicidade da solução. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Quantos espaços públicos no Porto foram pensados [das mais recentes intervenções] utilizando uma solução que apostasse numa intervenção artística? Poucas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O segredo deste pequeno espaço é, como de muitos outros em Berlim, simpes: materiais baratos e muita criatividade! Parece-me que aqui, em Portugal, exceptuando raras vezes, é exactamente ao contrário. Incluindo rotundas...mas aí é a perversão total daquilo a que se chama arte pública.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;#Pedro Bismarck&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-8916031276818695046?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/8916031276818695046/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=8916031276818695046' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/8916031276818695046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/8916031276818695046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/public-spacesespaos-pblicos.html' title='Public Spaces/Espaços Públicos 001*'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SHIlskryQLI/AAAAAAAABSc/bCkof8bMaF0/s72-c/2005.05+-+kreuzberg+02_blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-4170417750438710613</id><published>2008-07-05T04:32:00.000-07:00</published><updated>2008-07-23T05:00:26.972-07:00</updated><title type='text'>Architecture in Porto</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;[E]&lt;/span&gt; #&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ccb.pt/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Le Corbusier - Arte da Arquitectura [CCB-Lisboa] &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;»&lt;strong&gt;17ago&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;[A]&lt;/span&gt; #&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://sigarra.up.pt/faup/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=566"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Concurso de ensaios sobre Oscar Niemeyer [FAUP]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; »&lt;strong&gt;15set&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-4170417750438710613?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/4170417750438710613/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=4170417750438710613' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/4170417750438710613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/4170417750438710613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/architecture-in-porto.html' title='Architecture in Porto'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-7392757222304413537</id><published>2008-07-01T12:05:00.000-07:00</published><updated>2008-07-01T12:07:00.724-07:00</updated><title type='text'>Era uma vez um túnel [replay]</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5113752037783337474" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/RveyYnGBegI/AAAAAAAAAMo/86UZ-shtlSQ/s200/soares001_blog.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Passado um ano desde a conclusão da saída do túnel do Carregal (atravessa a baixa Portuense desde a extinta Praça Filipa Lecanstre até à rua Dom Manuel II),à qual precederam meses de acesos debates públicos entre a Câmara Municipal do Porto e o Ministério da Cultura juntamente com o Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), chegou a hora de refletir acerca da solução encontrada. Recorde-se que a opção escolhida corresponde à primeira e única proposta do Presidente da Câmara Municipal Rui Rio - de seguida declinada pelo IPPAR, devido à proximidade com o Palácio das Carrancas, que alberga o Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR). Após meses de confronto político, e inoperância do IPPAR na busca de uma alternativa, a opção ‘A’ foi aceite. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;Deste modo, a nova saída comprometeu-se na criação de uma praça capaz de limitar a circulação automóvel, não obstante, sem a impedir. Porém a realidade corroborou o dificil convívio que existe, no Porto, entre o peão e o automóvel.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Contraditoriamente ao prometido – um espaço de estar exterior de valorização do MNSR – esta “praça” criou novos inconvenientes ao Palácio das Carrancas &lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1]. &lt;/span&gt;O espaço reservado aos peões converteu-se num novo estacionamento ilegal defronte da porta de entrada do museu. A inutilidade da praça agudiza-se, ainda, na circulação automóvel (este arruamento é um dos mais movimentados da baixa). O novo pavimento em granito tornou inviável a sinalética automóvel no solo, o que pode dificultar o entendimento entre a saída e a entrada do túnel para o condutor menos cauteloso. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;Nesta encruzilhada, o murete que delimita o túnel reflete todas as ambiguidades da proposta. Devido à polémica suscitada pela túnel a primeira premissa a optar deveria ser a descrição. Todavia a sua presença afirma-se como um obstáculo visual para o transeunte e um objecto arquitectónico pesado para o cruzamento&lt;/span&gt;. A sempre consensual placagem de granito não serve para atenuar a complexa confluência de arruamentos. A opacidade do material impede a leitura do espaço urbano como lhe acrescenta maior confusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;Da polémica gerada apenas a publicidade gratuita oferecida durante longos meses ao MNSR se mostra como factor positivo. Contudo inconsequente para uma solução satisfatória para a cidade e em particular para o museu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;#André Guerreiro [arquitecto]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;publicado em setembro de 2007&lt;/span&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;[1] Carranca.substantivo feminino 1.cara feia; 2.semblante carregado ou sombrio que revela mau humor, má disposição, raiva, etc.; cenho; 3. máscara; ARQUITECTURA ornato escultórico constituído por cara de feições grotescas, de pedra, madeira, metal, gesso ou cimento, usada em diferentes construções e também em chafarizes, argolas e batentes de porta;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-7392757222304413537?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/7392757222304413537/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=7392757222304413537' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/7392757222304413537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/7392757222304413537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/07/era-uma-vez-um-tnel-replay.html' title='Era uma vez um túnel [replay]'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/RveyYnGBegI/AAAAAAAAAMo/86UZ-shtlSQ/s72-c/soares001_blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-6369848690814368651</id><published>2008-06-17T14:16:00.000-07:00</published><updated>2008-06-17T14:49:02.161-07:00</updated><title type='text'>Porto Water Tanks - Concurso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SFgqPmyRy6I/AAAAAAAABLY/xztBv1WNMI0/s1600-h/renderpiscinapq.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212963016279182242" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SFgqPmyRy6I/AAAAAAAABLY/xztBv1WNMI0/s320/renderpiscinapq.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.portowatertanks.com/amial_projects.aspx?id=011&amp;amp;img=0"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Innovative Ideas for Porto Water Tanks&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; publicou&lt;/span&gt; recentemente os resultados do seu concurso lançado para os depósitos de água da cidade do Porto. Seis prémios e várias menções honrosas para sete locais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Amial&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (ex-aequo): Dores Guerreiro - Ricardo Guerreiro + NS - Sofia Machado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Bonfim:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Grün - Nuno Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Congregados:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; CCC - Marta Reis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Fonte da Moura&lt;/span&gt;:&lt;/strong&gt; (não houve 1º prémio)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Pasteleira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (ex-aequo): AC - Andrea Bombasaro + Matolaatikko - Mikko Jakonen&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Serpa Pinto&lt;/span&gt;:&lt;/strong&gt; Grzyb &amp;amp; Mae&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Sto. Isidro&lt;/span&gt;:&lt;/strong&gt; (não houve 1º prémio)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Na imagem, a proposta da equipa &lt;strong&gt;NS &lt;/strong&gt;(Nuno Pedrosa + Sofia Machado) para o depósito do Amial. O resto das propostas poderá ser visto no site do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.portowatertanks.com/congregados_projects.aspx?id=009&amp;amp;img=0"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;portowatertanks&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A apresentação dos trabalhos será dia 30 de Junho na &lt;a href="http://www.blogger.com/www.arq.up.pt/"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Faculdade de Arquitectura da UP&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;,&lt;/span&gt; seguida da inauguração da exposição com os trabalhos no Museu da Faculdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-6369848690814368651?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/6369848690814368651/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=6369848690814368651' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/6369848690814368651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/6369848690814368651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/06/porto-water-tanks-concurso.html' title='Porto Water Tanks - Concurso'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SFgqPmyRy6I/AAAAAAAABLY/xztBv1WNMI0/s72-c/renderpiscinapq.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-43096839352897061</id><published>2008-06-03T11:41:00.000-07:00</published><updated>2008-06-04T13:20:08.720-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cityscope'/><title type='text'>Cityscope - Mercado Ferreira Borges</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Mercado ‘Hard Club’ Ferreira Borges ou como escapar à crise da criatividade ?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SEWQr4z_T0I/AAAAAAAABHs/DkGyTIunolA/s1600-h/hard+club+ferreira+01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5207727627783065410" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SEWQr4z_T0I/AAAAAAAABHs/DkGyTIunolA/s320/hard+club+ferreira+01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Na sequência da entrega à gestão privada de grande parte dos equipamentos públicos, que parece ter virado ‘moda’ aqui na cidade do Porto, também, o &lt;a href="http://picasaweb.google.com/opo.zine/MercadoFerreiraBorges02/photo#5207789247678861202"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Mercado Ferreira Borges&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;vai sofrer um profundo processo de reestruturação. Mas, e ao contrário do caso Bolhão, aqui as coisas parecem funcionar de maneira diferente: há uma empresa de renome na área em que gere o seu negócio, há um projecto de exploração muito claro e há, também, um projecto de arquitectura de um consolidado gabinete de arquitectura (que ainda recentemente ganhou o concurso para o Parque Meyer em Lisboa).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;Por essas três razões o processo que envolve o Mercado Ferreira Borges é diferente dos outros casos que estão envoltos em polémica.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;Mesmo não concordando com a estratégia de dissolução do património público da cidade a programas privados (sem critérios) por parte da Câmara Municipal do Porto sou obrigado a admitir que este caso é diferente. Claro que, e outra vez, o processo foi pouco participado (apenas havia um concorrente) muito por culpa do próprio formato do concurso em ‘tripla’: que compreende a concessão, exploração e projecto de arquitectura. O que à partida limita bastante a possibilidade de encontrar outros parceiros para a gestão desse tipo de equipamentos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;Mas a câmara não quer ‘parceiros’, quer apenas ‘clientes’. É o que acontece quando os critérios (e os programas políticos) são limitados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Mas o &lt;a href="http://picasaweb.google.com/opo.zine/MercadoFerreiraBorges02/photo#5207789299218468770"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Hard Club&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; de certa forma deu uma lição de cultura, o que me leva a pensar que tudo o que eu disse atrás relativamente aos concursos é ‘treta’. Isto é, o problema não se resume apenas ao modelo adoptado pela CMP,&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;mas o que este modelo torna muito claro é a ausência aguda de empresas criativas em Portugal, empresas modernas, que tenham uma visão alargada, europeia e urbana, que vejam a intervenção na cidade não apenas como negócio localizado, mas como oportunidade de investir ‘criativamente’ na cidade&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, de se expôrem e contribuirem para a revitalização (e rejuvenescimento) de um pólo urbano, do centro histórico. E este parece-me ser o problema fulcral: ao contrário de outros casos como têm sido o Bolhão e a Praça de Lisboa, as coisas estão (ou parecem estar) claras e bem definidas aqui no Ferreira Borges. Porque no caso Bolhão o que incomoda mesmo, é essa sensação que aquilo que nos dizem não é bem aquilo que vai ser, aquilo que ‘aparece’ não é o que ‘parece’, não há uma proposta de e para cidade, há uma proposta (de dinheiro) para a câmara. E a conversa à volta do Bolhão escorrega sempre pelo campo cavernoso dos custos directos, e das rendas, e do financiamento, mas nunca se fala de cidade, de uma estratégia para a cidade. Se a câmara procurasse tão afincadamente apoios e parcerias para o Bolhão como procura tão exaustivamente para organizar corridas de automóveis e vôos de aviões, talvez a história pudesse ser outra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;Porque aquilo que faz confusão no projecto da TCN, é essa indefinição das coisas, dos campos de acção, indefinição dos programas, indefinição da estratégia, indefinição do projecto de arquitectura.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;Não estamos a falar a um nível de execução e de ajustamento do projecto, mas sim ao nivel global da pseudo-proposta. Tudo parece um jogo, uma espécie de ‘monopólio’, onde se discute tudo menos cidade, e o Bolhão também é cidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;Voltando ao Ferreira Borges, o paradigma de exploração que o Hard Club apresenta, concordando-se ou não com a proposta, tem esse dom: é uma &lt;a href="http://picasaweb.google.com/opo.zine/MercadoFerreiraBorges02/photo#5207789350758076338"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;proposta&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;Sabemos o âmbito da exploração, da gestão, do tipo de público, do tipo de oferta, sabemos que (e pode-se ler no site) existe uma forte componente de relação com a cidade (existe inclusivamente já uma proposta de horários e de equipamentos abertos à cidade), sabemos o que se altera no edifício, quais as alterações fundamentais que se vão realizar. &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;E&lt;span style="font-size:130%;"&gt; no final, há um projecto de arquitectura, feito por um gabinete de arquitectura de renome, os arquitectos lisboetas Aires Mateus. O que nos dá uma certa &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;garantia que os problemas inerentes a uma transformação desse género foram e continuarão a ser equacionados dentro de um quadro de especialistas: que são os arquitectos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Há imagens, há descrições pormenorizadas, há um empenho criativo de intervenção quer por parte do Hard Club, quer por parte da dupla de arquitectos. Há, como já referi, um processo claro, de intenções objectivas, mas que não fica (e isso é o mais importante) limitado às paredes do mercado Ferreira Borges, mas que vai para além delas, vai ao encontro da cidade e de um contexto mais alargado. É um projecto iminentemente urbano e criativo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#33cc00;"&gt;É o que esta cidade precisa mais, muito para além de contas complicadas, ou de grandes eventos, para além de muito charme, ou de muitos shoppings, precisa de soluções urbanas e criativas, que fujam dessa apatia criada pela crise económica que tem servido apenas para engatarmos de olhos fechados no discurso ‘politico’ da ausência de verbas e financiamento. O regime é o da Tecnocracia. A crise é a crise da criatividade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;#Pedro Bismarck&lt;/strong&gt; [opozine]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Folder: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com/opo.zine/MercadoFerreiraBorges02/photo#5207789398002716610"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Mercado Ferreira Borges&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt; [imagens]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-43096839352897061?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/43096839352897061/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=43096839352897061' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/43096839352897061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/43096839352897061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/06/cityscope-mercado-ferreira-borges.html' title='Cityscope - Mercado Ferreira Borges'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SEWQr4z_T0I/AAAAAAAABHs/DkGyTIunolA/s72-c/hard+club+ferreira+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-5756037518238107890</id><published>2008-05-26T14:25:00.000-07:00</published><updated>2008-05-27T11:57:32.922-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='black box - small recordings for architecture'/><title type='text'>black box - small recordings for architecture</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33ff33;"&gt;O que vejo melhor, vejo-o mal!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;pedro bismarck&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;Em suma: só vejo o que surge mesmo à minha frente; só vejo o que surge muito perto de mim; o que vejo melhor, vejo-o mal.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;Samuel Beckett &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_edn1" name="_ednref1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDsz8NU9qgI/AAAAAAAABHE/th38fIPX9js/s1600-h/004.In+the+mood+for+love.jpg"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204810903819495938" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDsz8NU9qgI/AAAAAAAABHE/th38fIPX9js/s200/004.In+the+mood+for+love.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;#001&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;i.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Tudo parte de um equívoco no qual se confunde 'imagem' com 'exposição'. Em que apresentar imagens de uma realidade passou a significar hoje expôr essa mesma realidade. Na esfera-holográfica do espectáculo da televisão ou do computador, onde fluem abundantemente as imagens-virtuais, estas passam a ser o próprio objecto, não mais 're-presentação', mas sim, simples 'a-presentação'. &lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;A imagem passa a ser a própria coisa que quer representar, substituindo-a anula o próprio lugar da coisa. Cria um intervalo, um vazio expectante.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDsz79U9qfI/AAAAAAAABG8/IaLsNSRA4Nw/s1600-h/003.Pigmali%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204810899524528626" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDsz79U9qfI/AAAAAAAABG8/IaLsNSRA4Nw/s200/003.Pigmali%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;#002&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;ii.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Expôr não é re-presentar, é apresentar-se. A exposição é, como diz Giorgio Agamben &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_edn2" name="_ednref2"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[ii]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;,&lt;/span&gt; o que acontece por uma coisa existir. Este singular evento, a possibilidade de qualquer coisa existir e se expôr ao mundo, este 'ser-dito', não cabe numa imagem, não tem sequer nada a ver com imagens. Expôr, expôr-se, é existir, é revelar-se ao mundo com todos os seus predicados &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_edn3" name="_ednref3"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[iii]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. É ser-no-mundo, é construir no mundo o lugar das coisas.&lt;br /&gt;Imagem, não é a-presentar, é representar-se. É o evento intimamente humano de criar figuras, imaginar a realidade, o sonho do Pigmalião: “formar não simplesmente uma imagem para o corpo amado, mas um outro corpo para a imagem, quebrar as barreiras orgânicas que impedem a incondicionada pretensão humana à felicidade” &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_edn4" name="_ednref4"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[iv]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. &lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;A imagem pressupõe sempre uma re-construção, a sua natureza é a superação da própria realidade. Não simulação, mas imaginação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDsuZdU9qdI/AAAAAAAABGs/hYZjkjTq3rE/s1600-h/001.edfu.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204804809260902866" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDsuZdU9qdI/AAAAAAAABGs/hYZjkjTq3rE/s200/001.edfu.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;#003&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;iii.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nesse movimento sem fim entre as coisas que são e as coisas que nunca foram, as imagens abrem sempre uma possibilidade de acesso, constroi-se o lugar metafísico do homem, mas anuncia-se uma distância, um limite: há sempre uma impossibilidade de tocar. &lt;em&gt;Vejo essa imagem dos teus lábios a suster um beijo, as tuas mãos a suspenderem-se sobre o meu rosto e não posso tocar, não posso tocar-te. &lt;/em&gt;Tal como nas imagens demoradas sobre o tempo de Wong Kar-Wai, 'the past was something that he could see but not touch' &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_edn5" name="_ednref5"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[v]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;.&lt;/span&gt; Nessa impossibilidade reside também a sua extrema poiesis: &lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;a imagem nunca deve ocultar a sua iminente poesia, que é ser não a realidade, mas aquilo que um dia foi produzido como se fosse realidade, aquilo que alguém quis que fosse a realidade.&lt;/span&gt; Criar imagens é construir o outro lugar das coisas, o da eterna-possibilidade de as coisas poderem ser sempre uma outra coisa. A beleza da imagem só pode resistir como a beleza impossível de uma coisa que o foi, que existiu, apenas naquele momento, não eternização, mas sim efemeridade.&lt;span style="font-size:180%;"&gt; &lt;span style="color:#33cc00;"&gt;O abismo suspenso sobre a imagem como impossibilidade de tocar, deve estar sempre aí. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;iv.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;A técnica e o espectáculo da abundância transformaram a imagem. Ela já não é transmutação poética da realidade, a possibilidade, o meio de desvendar e compreender criticamente a realidade, mas apenas projecção sem espessura, ilusão de exposição, anulação de espaço. &lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;A imagem-fotográfica do século XXI passou a significar o acesso instantâneo à superfície instável e desfocada da realidade.&lt;/span&gt; Projecção de imagens sobre imagens projectadas, é este o não-lugar escorregadio da sociedade do espectáculo. Mas como diz Susan Sontag: “(...) Al poblar este mundo ya abarrotado con su duplicado de imágenes, la fotografía nos persuade de que el mundo es más accesible de lo que en verdade es” &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_edn6" name="_ednref6"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[vi]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;.&lt;/span&gt; A magia da imagem, o i-mago, o talismã secreto que é a imagem, já não está hoje na imagem em si, mas na abundância generalizada de imagens que povoam o mundo. Confundir o mundo pela aparência das suas próprias imagens, exposição como representação foi o sistema de imunidade &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_edn7" name="_ednref7"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[vii]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; encontrado pelo homem para se persuadir que o mundo é muito mais acessível do que na verdade é. &lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;A ditadura do espectáculo, esvazia o lugar das imagens, torna-as em espectros-projecções, torna-as exposição de realidades inexistentes e, por isso, facilmente manipuláveis (e alienáveis).&lt;/span&gt; Este equivoco é a essência do próprio espectáculo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDsuZtU9qeI/AAAAAAAABG0/cDD0imhc0qU/s1600-h/002.Crystal+Island.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204804813555870178" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDsuZtU9qeI/AAAAAAAABG0/cDD0imhc0qU/s200/002.Crystal+Island.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDsuZtU9qeI/AAAAAAAABG0/cDD0imhc0qU/s1600-h/002.Crystal+Island.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;#004&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;v.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ao confundir a imagem como exposição do próprio mundo, o assassinato é duplo, a imagem perde a sua 'poiesis', deixa de ser possibilidade para passar a ser certeza, deixa de construir o outro-lugar, ou os lugares (im)possíveis (e metafísicos) da realidade. Ao mesmo tempo, reduz a realidade, o ser e a sua existência, a uma combinação digital de pixels, a uma frágil projecção. Esquece-se o lugar da imaginação e aniquila-se o lugar próprio das coisas. Distância e duração, são substituídas por abundância e instante. A imagem-espectáculo contemporânea já não é a possibilidade de acesso, mas sim, o lugar vazio das possibilidades esquecidas, o terreno vago das imaginações ausentes. &lt;span style="font-size:180%;color:#33cc00;"&gt;Cada imagem é hoje a projecção paradoxalmente infinita das coisas exiladas do seu próprio lugar. Cada imagem é hoje um lugar abandonado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;vi.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Esse vazio à espera de ser ocupado. Esse lugar-expectante das coisas que flutuam esquecidas do outro lado do écran, será o lugar que a arquitectura deverá (continuar a) ocupar. Preencher a profundidade destes espaços, habitar sobre essa duplicidade inequivocamente humana, ser exposição e integração do homem no mundo, mas também, imaginação desveladora da realidade&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_edn8" name="_ednref8"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[viii]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;.&lt;/span&gt; Ser Exposição e Imaginação não homogeneizando, mas sim, operando sobre a íntima distância entre estes dois lugares, é esse o iminente espaço-coreográfico da arquitectura. Construíndo-se também como imagem, a arquitectura deixa de o ser porque ela possui essa distinta capacidade de poder deixar tocar. &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;É esse o 'genius loci' da arquitectura, para além da linguagem, da imagem ou da metáfora, só a arquitectura permite que entre a sombra e o desejo que percorre a linha sinuousa entre exposição e imaginação (entre as coisas que são e aquilo que queriamos que elas fossem), o homem possa tocar indelevelmente, simultâneamente, a realidade e o sonho. &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Não na experiência instantânea do espectáculo, mas na experiência demorada e poética do espaço.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; “Nunca perder de vista o gráfico de uma vida humana, que não se compõe, digam o que disserem, de uma horizontal e duas perpendiculares, mas sim de trés linhas sinuosas, prolongadas no infinito, incessantemente aproximadas e divergindo sem cessar: o que um homem julgou ser, o que ele quis ser e o que ele foi.” &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[Marguerite Yourcenar] &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_edn9" name="_ednref9"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[ix]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O espaço entre estas três linhas é o lugar da arquitectura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;*Pedro Levi Bismarck&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;, Fevereiro 2008, Porto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;artigo publicado na &lt;strong&gt;revista dédalo 4.1&lt;/strong&gt; sobre o tema 'imagem'.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Legenda das imagens:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;001# Só a arquitectura permite que entre a sombra e o desejo que percorre a linha sinuousa entre exposição e imaginação (entre as coisas que são e aquilo que queriamos que elas fossem), o homem possa tocar indelevelmente, simultâneamente, a realidade e o sonho. [In the mood for love, Wong Kar-Wai]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;002# Criar imagens é construir o outro lugar das coisas, o da eterna-possibilidade de as coisas poderem ser sempre uma outra coisa. Imagem não é exposição. [Pygmalion et Galatée, Jean-Léon Gérôme]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;003# Turistas amontoam-se sobre o altar do templo de Edfu no Egipto, não para ver mas para fotografar. Mesmo defronte do objecto, não interessa vê-lo, mas sim, fotografá-lo. Não há tempo. Só a fotografia pode provar que estivemos lá. [PB, Edfu, Egipto, Agosto 2007]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;004# A imagem-espectáculo contemporânea, já não é a possibilidade de acesso, mas sim o terreno vago das imaginações ausentes Cada imagem significa hoje um lugar abandonado. [Norman Foster, Crystal Island]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Referências&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;[i] Samuel Beckett, O Inominável, Assirio &amp;amp; Alvim,Lisboa, 2002&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_ednref2" name="_edn2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;[ii]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt; Giorgio Agamben, A Comunidade Que Vem, Editorial Presença, Lisboa,1993&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_ednref3" name="_edn3"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;[iii]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt; Giorgio Agamben, A Comunidade Que Vem, Editorial Presença, Lisboa,1993&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_ednref4" name="_edn4"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;[iv]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt; Giorgio Agamben, A Comunidade Que Vem, Editorial Presença, Lisboa,1993&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_ednref5" name="_edn5"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;[v]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt; Wong Kar-Wai, In The Mood For Love, China, 2000&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_ednref6" name="_edn6"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;[vi]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt; Susan Sontag, cit. in Juhani Pallasmaa, Los Ojos De La Piel, GG, Barcelona,2006&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_ednref7" name="_edn7"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;[vii]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt; Peter Sloterdijk, Esferas III, Biblioteca de Ensayo Siruela, Madrid, 2006&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_ednref8" name="_edn8"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;[viii]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt; Alberto Pérez-Gómez, Built Upon Love, MIT Press, Cambridge, 2006&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6623368316080519718#_ednref9" name="_edn9"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;[ix]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt; Marguerite Yourcenar, Memórias de Adriano, Ulisseia, Lisboa, 2004&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-5756037518238107890?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/5756037518238107890/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=5756037518238107890' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/5756037518238107890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/5756037518238107890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/black-box-small-recording-for.html' title='black box - small recordings for architecture'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDsz8NU9qgI/AAAAAAAABHE/th38fIPX9js/s72-c/004.In+the+mood+for+love.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-6538702546948107390</id><published>2008-05-22T09:14:00.000-07:00</published><updated>2008-05-22T09:35:09.581-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carnet de route'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='architecture'/><title type='text'>Berliner Philharmoniker - Feuer, Musik und Wasser</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDWd-9U9qPI/AAAAAAAABEg/47TmblIaZzw/s1600-h/Philharmonie14_hva__572354g.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203238649436416242" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDWd-9U9qPI/AAAAAAAABEg/47TmblIaZzw/s320/Philharmonie14_hva__572354g.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDWdxdU9qOI/AAAAAAAABEY/n5YQuHw0KYk/s1600-h/Philharmonie07_sony_572330g.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203238417508182242" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDWdxdU9qOI/AAAAAAAABEY/n5YQuHw0KYk/s320/Philharmonie07_sony_572330g.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Prólogo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A cobertura da Berliner Philharmoniker ardeu parcialmente. Felizmente os estragos não foram demasiado grandes num dos mais fascinantes edifício que a arquitectura moderna jamais construiu. Ainda assim, a estrutura do telhado sofreu grandes danos e ainda pairam muitas incógnitas sobre qual o âmbito necessário da intervenção a realizar. God save the Philharmonie!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Fica aqui o texto já publicado no opozine sobre uma das mais reconhecidas salas de espectáculos do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Berliner Philharmoniker&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Em Berlim, para muitos arquitectos, existe um destino óbvio, a Neu National Galerie do sempre eterno Mies Van der Rohe. &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Mas do outro lado, entre a rua e a imensidão do Tiergarten, entre as luzes da Potsdamer Platz e o silencio situa-se a indiscreta berliner philharmoniker, que com os seus paineis dourados reflecte a indecisa luz solar berlinense. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Construída pelo arquitecto alemão, Hans Sharoun no inicio dos anos 60, tinha como objectivo albergar a orquestra filarmónica de Berlim, os seus músicos e a sua música num ambiente onde a acústica seria quase perfeita. Mas a filarmonia é muito mais que isso, ensaia tudo aquilo que as outras salas não ensaiam e vai muito mais longe nas relações que constrói entre o público e a música, entre o público e o espaço e entre a música e o espaço. Nunca a arquitectura pareceu seguir tão fluidamente o seu programa como aqui. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#33cc00;"&gt;Na filarmonia o espectáculo não é o edifício em si, mas as pessoas&lt;/span&gt;. As pessoas que se movimentam entre as rampas e escadas que se cruzam, as pessoas que aguardam impacientes na bilheteira, as pessoas que passeiam entre o bar e o foyer. E em cada espaço do edifício podemos adivinhar e ver o seguinte, tudo segue contínuo e fluido desde que entramos até ao momento em que nos sentamos. &lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;O edifício transforma em espectáculo todas essas pessoas que se movem e se cruzam enquanto a orquestra afina os primeiros acordes. O edifício vazio, sem gente, não tem sentido. Morrerá numa fotografia a preto e branco. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;E no grande auditório, as diversas plataformas continuam a mesma lógica, sobrepondo-se como socalcos que descem a vertente de uma montanha envolvendo o palco, o centro do pentágono que constrói a sala. &lt;span style="font-size:180%;color:#33cc00;"&gt;Nada é estanque e a sala continua e prolonga o movimento fluido e ritmado da música, dançando com a geometria o segredo de uma música, de todas as músicas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No fundo, a Philarmonie combina dois espaços e duas tipologias, cruza dois programas aparentemente contraditórios. Vai buscar a tipologia da assembleia grega ou do bouleuterion para criar um anfiteatro. Combina uma ideia de música com uma ideia de espaço de convívio e esse é a grande vantagem, não isola um programa, acrescenta vários, multiplica as capacidades de vivência dos espaços. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;A Philarmonie não é apenas uma sala de música, é um ponto de encontro entre o homem, os outros homens e a música.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;#&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Pedro Bismarck&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-6538702546948107390?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/6538702546948107390/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=6538702546948107390' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/6538702546948107390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/6538702546948107390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/berliner-philharmoniker-feuer-musik-und.html' title='Berliner Philharmoniker - Feuer, Musik und Wasser'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SDWd-9U9qPI/AAAAAAAABEg/47TmblIaZzw/s72-c/Philharmonie14_hva__572354g.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-1298607125876576954</id><published>2008-05-16T06:53:00.000-07:00</published><updated>2008-05-22T09:37:40.169-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='porto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blackbox'/><title type='text'>Palácio das Cardosas [Replay]</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SC2TzdalsqI/AAAAAAAABCM/aIEoReZ-KoU/s1600-h/160.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200975656961553058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SC2TzdalsqI/AAAAAAAABCM/aIEoReZ-KoU/s320/160.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;Palácio das cardosas [imagem via sru]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;I.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Saiu no jornal Público, na semana passada, com um título de fazer tremer, mesmo, as mentes mais desatentas: “Aceitam-se candidatos à demolição do quarteirão das Cardosas, no Porto”. Assim, à partida, parecia que ia tudo abaixo num dos mais emblemáticos quarteirões da Baixa Portuense em plena Praça da Liberdade. O edifício das Cardosas é o grande "palácio" que encerra a sul a Avenida dos Aliados, o rosto de um quarteirão que vai até à rua das flores e que é ainda fachada da Praça dos Lóios e da Praça Almeida Garrett. &lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;Na sua maior parte constituído por edifícios devolutos e em avançado estado de degradação, o quarteirão está actualmente ocupado por seis singelos fogos, número que a SRU pretende obviamente aumentar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Este junta-se assim, ao quarteirão adjacente do “vestir bem e barato só aqui”, que a SRU já começou a reabilitar, e que são de facto, pontos estratégicos urbanos, pela situação geográfica e organizacional na transição da parte alta para a parte baixa da cidade (Ribeira).&lt;br /&gt;Com um conjunto de galerias que irá unir as várias ruas que delimitam o quarteirão, um número de fogos à volta dos 50, um parque de estacionamento com lugar para cerca de 260 carros, uma “área comercial coberta” e um Intercontinental hotel no Palácio das Cardosas. &lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;A SRU pretende não demolir o quarteirão, como diz o título da notícia do Público (será que os jornalistas lêem o que escrevem?), mas sim, utilizar o miolo do quarteirão como parte fundamental do processo de reabilitação.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;Será, por isso, possível cruzar o quarteirão para aceder à rua das flores, a praça dos poveiros ou a Praça Almeida Garrett.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;II.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Mas esta coisa das “áreas comerciais cobertas” no meio da cidade, fazem-me sempre lembrar as imagens turvas das galerias comerciais tipo Stop ou Cedofeita, que para além da qualidade arquitectónica discutível, o próprio conceito parece-me, de certa forma, paradoxal com uma ideia de urbanidade. As ruas são elas mesmas as áreas comerciais, é por onde circulam os fluxos urbanos e as dinâmicas da cidade. Encontrar soluções que perseguem exactamente o negativo, para além de não estarmos nos anos 90, parece-me “shoppinizar” as cidades, partindo da ideia que as pessoas gostam é de “shoppings”. &lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Quando o que as pessoas, realmente, gostam é de conforto, de bem-estar, organização, de ver e de estar com outras pessoas, de encontrar espaços flexíveis e uma oferta diversificada. E isto pode, quanto a mim, funcionar independentemente de ser num “shopping” ou não.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;Aquilo que o &lt;em&gt;mall&lt;/em&gt; americano fez foi construir a Baixa na Periferia, porque era aí que as pessoas viviam ou porque não existiam centros históricos. Juntou o útil ao agradável. Não digo que intervenções pontuais desse género não sejam positivas (o Chiado em Lisboa ou Via Catarina, de alguma forma), nem que neste caso, não seja interessante o facto de podermos atravessar o miolo do quarteirão. Mas estamos em pleno Centro, ainda há tantos problemas por resolver. &lt;span style="font-size:130%;color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Tantos edifícios devolutos, muitas lojas desocupadas, tantas ruas que precisam de um novo sentido estratégico, de uma reconfiguração, parece-me acessório a introdução dessas “galerias”, isto é, de mais ruas ainda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;III.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se há algo de positivo nessa intervenção quarteirão a quarteirão é facilitar e optimizar a reabilitação, mas isso, não pode ser sinónimo de uma excessiva “condominização” ou “maquinização” das intervenções. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;Esta macro-escala de intervenção deve é, sobretudo, potenciar a micro-escala da ocupação, da diver(c)idade da intervenção privada, da apropriação dos habitantes.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Transições demasiado abruptas podem não ser positivas. Senão corre-se o risco de se construírem apenas cenários, quando o que se quer é construir cidade, na mais delicada de todas as tarefas, que é construir cidade nova na cidade antiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;#&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Pedro bismarck&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#999999;"&gt;[opozine]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Artigo publicado a 6 de setembro de 2007&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-1298607125876576954?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/1298607125876576954/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=1298607125876576954' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/1298607125876576954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/1298607125876576954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/palcio-das-cardosas-replay.html' title='Palácio das Cardosas [Replay]'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SC2TzdalsqI/AAAAAAAABCM/aIEoReZ-KoU/s72-c/160.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-2000031381602170354</id><published>2008-05-07T07:40:00.001-07:00</published><updated>2008-07-09T04:55:59.262-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blackbox'/><title type='text'>Bolhão Redux - monumentos do passado, monumentos para o futuro</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCXcQEI8K3I/AAAAAAAABA4/Iu5IBlS3vow/s1600-h/PO_texto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198803513416362866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCXcQEI8K3I/AAAAAAAABA4/Iu5IBlS3vow/s320/PO_texto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;#Seminário Porto Redux - sessão 2&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Após as primeiras vagas do Porto Redux e antes do workshop dedicado ao Bolhão, importa lançar algumas linhas de reflexão, acerca do que deverá ser o futuro do mercado. No que diz respeito ao desenho de arquitectura parece mais ou menos consensual a ideia de manutenção da forma geral e dos elementos compositivos, com a introdução de alguns novos dados que permitam cumprir a vasta legislação de higiene e segurança vigente. Contudo, a discussão sobre o que é considerado património (na escala do edifício, neste caso), portanto, demolível ou não, adivinha-se extensa e polémica. &lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;A proposta TCN, por exemplo, utiliza o chavão contemporâneo de encerrar o espaço e dar-lhe o conforto tecnológico dos shopping malls. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Parece-me pouco interessante esta visão, na medida em que ao transpor, mais uma vez, um formato espacial que funciona bem nas áreas periféricas das cidades para o centro, cria-se mais um corpo estranho relativamente ao seu contexto, sendo o objectivo precisamente o oposto, de gerar um espaço agregador. &lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;É necessário, que de uma vez por todas, se modere esta tendência obsessiva de querer climatizar e encerrar tudo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; – algo que tem consequências nefastas para o nosso corpo e ritmo biológico, para não falar no desgaste ambiental. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Recuemos um pouco, então. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;O Mercado do Bolhão é, sem dúvida, um monumento histórico, na medida em que não só foi concebido para esse fim, como atingiu esse fim, fazendo parte da vida social e contribuindo para a construção da imagem colectiva portuense.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Continuando a escavar em terrenos polémicos, vamos concentrar-nos no conceito de monumento. “Monuments are human landmarks wich men have created as symbols for their ideals, for their aims, and their actions. They are intended to outlive the period wich originates them, and constitutes a heritage for future generations. As such, they form a link between the past and the future.” &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6716135756769924545#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; São, portanto, fruto de culturas e/com ideologias unificadoras, o que garante a sua vitalidade. Em períodos onde as oscilações culturais e sociais são de grande escala, numa sociedade que parece apenas sensível às variações da lei de mercado (também ele sensível…), torna-se difícil a assunção de monumentos. Parece que vivemos numa época em que só a imagem de fácil e agradável apreensão e o conforto tecnológico já referido são exigidos – num primeiro olhar, este é um raciocínio que parece espelhar bem o que se passa, mas lançando um segundo olhar sobre esta equação, verifico que uma das partes da equação está incompleta, insuficiente. &lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;Penso que é impossível a coexistência em sociedade sem que existam referências. É uma necessidade intrínseca! A parte que falha, aqui, é o papel a desempenhar quer pelo centro histórico, quer por determinados edifícios-chave. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Nesta reflexão conjunta nunca poderemos cair no erro de olhar apenas para a parte; é necessário compreender as diferentes peças compositivas da/na cidade-área metropolitana-região, e o seu papel no todo. Os monumentos, tal como alguns edifícios-chave, constituirão pedras basilares na construção da estrutura urbana. Simplesmente, é imperetrível compreender cada uma das partes e o seu papel no todo, assim como as diferenças entre cada um deles, aceitá-las e promover o seu potencial de complementaridade e sinergia. O Presidente Rui Rio muito tem utilizado a palavra “âncora” de cada vez que inaugura um centro comercial. Ora nem todos os navios são iguais, nem todas as águas têm a mesma profundidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para concluir, importa fazer uma última distinção, entre &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;edifícios-chave&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33cc00;"&gt;edifícios-ícone&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. O edifício-ícone é uma “chamada de atenção”, um edifício que se tenta valorizar por formas icónicas e chamativas, de fácil apreensão, que emergem normalmente junto a infraestruturas arteriais de comunicação.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt; O edifício-chave terá que funcionar num nível muito mais enraizado, como catalisador social e urbano, percebendo o seu papel nas diferentes escalas, local e regional. “Monumental architecture will be somethnig more than strictly functional. It will have regained its lyrical value.”&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6716135756769924545#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#33cc00;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;#&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Pedro Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;[opo]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6716135756769924545#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt; BUSQUETS, Joan (ed.). X Cities Lines – a new lens for the urbanistic Project. 2006. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6716135756769924545#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt; BUSQUETS, Joan (ed.). X Cities Lines – a new lens for the urbanistic Project. 2006.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.portoredux.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;strong&gt;www.portoredux.blogspot.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-2000031381602170354?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/2000031381602170354/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=2000031381602170354' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/2000031381602170354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/2000031381602170354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/bolho-redux.html' title='Bolhão Redux - monumentos do passado, monumentos para o futuro'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCXcQEI8K3I/AAAAAAAABA4/Iu5IBlS3vow/s72-c/PO_texto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-4600735114777374828</id><published>2008-04-13T10:50:00.000-07:00</published><updated>2008-05-10T10:31:30.052-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blackbox'/><title type='text'>Praça de Lisboa III [Fim]</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCSP9kI8KzI/AAAAAAAABAY/Ja5eAof1qRI/s1600-h/20080207-plisboa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198438157728361266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCSP9kI8KzI/AAAAAAAABAY/Ja5eAof1qRI/s320/20080207-plisboa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;#&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;#&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;#&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;#&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;#&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;#&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;Praça de Lisboa. Imagem virtual do projecto do Arquitecto Pedro Balonas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;#&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Penso que o (único) projecto apresentado a concurso deixa muito a desejar. Funcionalmente acaba de vez com a praça. Se já tínhamos dúvidas se estávamos ou não perante uma praça, agora temos a certeza de que não estamos. Se o anterior espaço estava demasiado fechado à envolvente, passará a estar completamente isolado, porque enquanto antes tínhamos três pontos de contacto físico e outros tantos de contacto visual com as ruas nos sítios mais importantes (as três esquinas), agora passamos a ter dois, mais ou menos no mesmo sítio (precisamente o sítio com menos fluxo e de menor importância) - a meio da Rua Dr. Ferreira da Silva. Visualmente também não estamos melhor. Se o espaço existente era fechado à envolvente, o projectado acentua ainda mais esta característica. Temos assim não uma praça mas uma cobertura de edifício que ignora as ruas vizinhas e se isola. Estamos perante um problema cuja solução deveria passar claramente muito mais pela continuidade do que pela ruptura, o que não é o proposto. A ideia em si também não parece muito interessante, nem sequer minimamente reflectida: umas ondas e uns objectos a boiar. Não se percebe uma intenção global no projecto nem o porquê dos sítios destes objectos. Conservam-se os edifícios da esquina, também não se percebendo bem porquê (talvez fosse uma exigência do concurso), mas a verdade é que não me parece haver qualquer tentativa de relação com os mesmos. É formalmente desinteressante e aleatório, sendo apenas coerente nesse ponto. E é também altamente irreflectido na relação com a envolvente. Num projecto realizado para o coração do centro histórico do Porto, parece-me estranho não se ler qualquer tipo de referência à envolvente construída do mesmo, seja ela à escala do edifício ou da cidade. Sintetizando não me parece que o projecto resolva os problemas urgentes do sítio. Para além de não o fazer também pouco daquilo que acrescenta me parece inovador e susceptível de ter sucesso. Oxalá me engane.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;#&lt;/span&gt;Vasco Cortez &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;[Berlim]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-4600735114777374828?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/4600735114777374828/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=4600735114777374828' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/4600735114777374828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/4600735114777374828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/praa-de-lisboa-iii.html' title='Praça de Lisboa III [Fim]'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCSP9kI8KzI/AAAAAAAABAY/Ja5eAof1qRI/s72-c/20080207-plisboa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-4076486244602645964</id><published>2008-04-09T10:14:00.000-07:00</published><updated>2008-05-10T10:30:56.110-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blackbox'/><title type='text'>Praça de Lisboa II</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCXYWEI8K0I/AAAAAAAABAg/UgBF6ehJm30/s1600-h/20080207-plisboa2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198799218449066818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCXYWEI8K0I/AAAAAAAABAg/UgBF6ehJm30/s320/20080207-plisboa2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt; #&lt;/span&gt;Praça de Lisboa. Imagem virtual do projecto do Arquitecto Pedro Balonas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;[continuação]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Voltando à referida praça, penso que a nível funcional lhe faltam duas coisas: abertura e atractividade. A abertura e a fluidez caracterizam os espaços públicos contemporâneos. Aos espaços claramente contidos e definidos, jardins fechados e pracetas, sucedem-se os sistemas de espaços públicos encadeados e relacionados a grande escala, tal como à cidade sucedeu a metrópole (e eventualmente a metápolis). Assim, a tendência na transformação e renovação dos espaços públicos tradicionais é, como vimos por exemplo no Jardim da Cordoaria (aqui no entanto feito de uma forma pouco consistente), de abertura, de visibilidade e de controlo. Os espaços são atractivos se forem abertos, visíveis, iluminados, controláveis (algo que em sociedades mais seguras não é tão necessário).&lt;br /&gt;A atractividade é também importante. E gerar atractividade num centro histórico decadente não é uma tarefa fácil. Tão pouco é gerar abertura num espaço destes, de tão difícil desenho e forma - um triângulo praticamente equilátero, com uma diferença de cotas na ordem dos 9 metros. O programa pode gerar alguma atractividade na zona, mas também não vale a pena esperarmos milagres. Não é esta intervenção que vai salvar o centro histórico da decadência. Poderá ser porventura um contributo positivo, mas dificilmente será capaz de fazer muito só por si. Ao mesmo tempo, parece-me que o que esta praça realmente precisa é de alguma paz. E espaço. Não é afinal de contas uma praça? Então para quê procurar extensivamente programas para ela? Façamos uma praça e ponto final! De pouco mais precisa. Para pouco mais há espaço, de qualquer maneira. Os espaços comerciais estão lá e falharam. A mim parece-me que um projecto para a praça de Lisboa tem que ser mais um projecto de subtracção que de adição.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;[to be continued]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;#&lt;/span&gt;Vasco Cortez &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;[Berlim]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-4076486244602645964?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/4076486244602645964/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=4076486244602645964' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/4076486244602645964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/4076486244602645964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/praa-de-lisboa-ii.html' title='Praça de Lisboa II'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCXYWEI8K0I/AAAAAAAABAg/UgBF6ehJm30/s72-c/20080207-plisboa2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-6928329066005550200</id><published>2008-04-01T10:20:00.000-07:00</published><updated>2008-05-10T10:30:13.582-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blackbox'/><title type='text'>Praça de Lisboa I</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCXZyEI8K1I/AAAAAAAABAo/hkFq5Fcebw8/s1600-h/Pra%C3%A7a+de+Lisboa.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198800798997031762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCXZyEI8K1I/AAAAAAAABAo/hkFq5Fcebw8/s320/Pra%C3%A7a+de+Lisboa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt; Praça de Lisboa [imagem via: sru]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A praça de Lisboa, esse maldito triângulo no centro (do centro) histórico do Porto, volta a ser notícia. Recentemente foi escolhido um projecto para tentar acabar com o problema. A praça, antigo Mercado do Anjo, já teve dias melhores como sabemos. Lembro-me de ir ao Clérigus Shopping e a maioria das lojas funcionarem, haver gente e ser um sítio agradável e seguro. Aquele espaço não estava mal. A ideia - criar um espaço público comercial exterior mas resguardado - era boa e até funcionou razoavelmente durante algum tempo, ainda que não fosse das melhores produções da arquitectura contemporânea portuguesa. Hoje infelizmente já não é assim. As lojas fecharam todas e o espaço ficou inseguro e abandonado, frequentado apenas por alguns grupos de jovens menos simpáticos e civilizados. Tornou-se fechado e isolado à envolvente - uma espécie de ilha misteriosa onde poucos se atrevem a entrar. Há alguns anos que este sítio precisa de uma intervenção. Não é então por acaso que tem sido um dos sítios mais estudados e discutidos na Faculdade de Arquitectura (UP), tendo sido alvo de consecutivas propostas de intervenção por parte dos alunos durante anos e anos, com diferentes programas e logicamente milhares de soluções arquitectónicas diferentes. Será mesmo difícil haver uma geração de arquitectos da FAUP (pelo menos das mais recentes) que não tenha já feito um projecto para lá, seja no segundo ou no quarto ano. Antes de mais, parece-me claro que todo este esforço de estudo, interpretação e propostas, feito nesta mais do que reconhecida instituição pública financiada pelo Estado Português, apesar de ser um excelente e desafiante exercício de projecto, extremamente enriquecedor para os futuros projectistas da área da Arquitectura, deveria também servir de algo à cidade, sobretudo num momento em que se pleaneia fazer lá alguma coisa. Ou seja, parece-me que a cidade e nomeadamente a sua administração, estão a desprezar a resposta que procuram para o tão complicado problema. Nesse imenso catálogo de experiências entre os vários docentes e as centenas de discentes (muitos já arquitectos), muitas conclusões se tiraram e muitas direcções se abriram. Porque é que o conhecimento científico (se é que podemos chamar-lhe assim) desenvolvido pela Faculdade de Arquitectura, não é mais aproveitado pela cidade, como é feito noutras áreas do saber, como por exemplo na medicina, onde há uma forte ligação dos alunos à prática hospitalar?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;[To be continued]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;#&lt;/span&gt;Vasco Cortez&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;[Berlim]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-6928329066005550200?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/6928329066005550200/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=6928329066005550200' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/6928329066005550200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/6928329066005550200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/praa-de-lisboa-i.html' title='Praça de Lisboa I'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ce7q5PMUdbE/SKWaqKN8slI/AAAAAAAABX0/aPcvIEcJgyU/S220/blog_label_agosto2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCXZyEI8K1I/AAAAAAAABAo/hkFq5Fcebw8/s72-c/Pra%C3%A7a+de+Lisboa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6623368316080519718.post-3684822484320442051</id><published>2008-03-31T10:25:00.000-07:00</published><updated>2008-05-10T10:29:49.606-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blackbox'/><title type='text'>O Teatro Romano de Sagunto</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCXbPUI8K2I/AAAAAAAABAw/7w8h5hHC0_s/s1600-h/sagunto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198802401019833186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Ce7q5PMUdbE/SCXbPUI8K2I/AAAAAAAABAw/7w8h5hHC0_s/s320/sagunto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;Teatro Romano de Sagunto [Projecto de Reconversão por Giorgio Grassi e Manuel Portacelli]&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;O Tribunal Supremo, em Espanha, decidiu ao fim de um longo processo litigioso ordenar a reversão do Teatro Romano em Sagunto. Em que consiste? Basicamente Tentar repor as ruínas originais sobre as quais se construiu o projecto do arquitecto italiano Giorgio Grassi e o arquitecto valenciano Manuel Portacelli. Claro que isto implica destruir umas das obras mais paradigmáticas do percurso de Grassi. Que pensar disto tudo? Qual é a necessidade e o objectivo deste acto? Este projecto é uma leitura de de alta qualidade do programa romano. O teatro. É uma reconstrução do volume, da função, mas não da linguagem. Não se torna pastiche. Mas os opositores defendem a ruína como futuro, e criticam o facto de este tapar a vista do castelo na cidade baixa. Claro é que quando existia o teatro em toda a sua opulência esta vista também não existia, ou sequer não existia muralhas. Transponho esta questão para o projecto recente de Fernando Távora para a casa dos 24 no Porto. A intervenção parece ser semelhante no campo teórico. A intervenção sobre ruínas, reconstrução de uma volumetria, a inserção de uma nova peça urbana que contribui a catalização da cidade é comum. Existe em ambos uma libertação dos tratados do restauro que tendem a defender a musealização do património. Um património envolto numa redoma à espera do seu fim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;#&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Carlos Castro&lt;/span&gt; [blog: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://aprendizesdepedreiro.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;aprendiz de Pedreiro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;]&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-3684822484320442051?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/3684822484320442051/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=3684822484320442051' title='0 Comentários'/><link 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href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/berliner-philharmoniker-feuer-musik-und.html"&gt; Berliner Philharmoniker - Feuer, Musik und Wasser&lt;/a&gt; [pedro bismarck]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;16mai# &lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/palcio-das-cardosas-replay.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Palácio das Cardosas - replay&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt; [pedro bismarck]&lt;br /&gt;11mai# &lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/bolho-redux.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;bolhão redux&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt; [pedro oliveira]&lt;br /&gt;13abr# &lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/praa-de-lisboa-iii.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;praça de lisboa iii [fim]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt; [vasco cortez]&lt;br /&gt;09abr# &lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/praa-de-lisboa-ii.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;praça de lisboa ii&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt; [vasco cortez]&lt;br /&gt;01abr# &lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/praa-de-lisboa-i.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;praça de lisboa i&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt; [vasco cortez]&lt;br /&gt;31mar# &lt;/span&gt;&lt;a href="http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/o-teatro-romano-de-sagunto.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;teatro romano de sagunto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt; [carlos castro]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-5520046631854951755?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/5520046631854951755/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=5520046631854951755' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/5520046631854951755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/5520046631854951755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://opoblackbox.blogspot.com/2008/05/ndice.html' title='índice'/><author><name>opo.zine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17565356311181494065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='8' 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/&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adalbertodias.com/home.html"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Adalberto Dias [z.baixa]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.archiphobia.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#archiphobia [z.mbombarda]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.arquiporto.pt/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#arquiporto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.opozine.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Atelier 15 [z.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.balonasprojectos.pt/projects/site.html"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Balonas [z.massarelos]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://balthazar-aroso.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Balthazar Aroso [z.circunvalação]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.barbosa-guimaraes.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Barbosa&amp;amp;Guimarães [z.matosinhos]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bernardorodrigues.planetaclix.pt/main.html"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Bernardo Rodrigues [z.almada]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.camilorebelo.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Camilo Rebelo [z.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cannatafernandes.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Cannatá e Fernandes [z.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.2arq.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Carlos Guimarães+Soares Carneiro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.carlosprata.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Carlos Prata [z.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cirurgiasurbanas.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#cirurgias urbanas [z.mbombarda]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://claudiovilarinho.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Claúdio Vilarinho [z.bolhão]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.mcfarquitectos.pt/home.php"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Correia Fernandes [z.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ezzo.pt/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#ezzo [z.leça]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.filipeoliveiradias.pt/html/pt/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Filipe Oliveira Dias [z.mbombarda]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.correiaragazzi.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Graça Correia [z.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.grupo3.pt/flash.htm"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Grupo3 [z.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.guilhermemachadovaz.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Guilherme Machado vaz [z.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.joaquimmassena.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Joaquim Massena [z.clérigos]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.menosemais.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Menos é Mais [z.ribeira]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.nunobrandaocosta.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Nuno Brandão Costa [z.bouça]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paulasantos-arquitectura.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Paula Santos [z.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.baratacastro.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Pedro Barata Castro [z.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.opozine.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Serôdio Furtado [z.boavista]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.alvarosizavieira.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Siza Vieira [z.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.opozine.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Souto Moura [z.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.virginiomoutinho.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;#Virgínio Moutinho [z.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6623368316080519718-7131696014887904180?l=opoblackbox.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://opoblackbox.blogspot.com/feeds/7131696014887904180/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6623368316080519718&amp;postID=7131696014887904180' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/7131696014887904180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6623368316080519718/posts/default/7131696014887904180'/><link rel='alternate' type='text/html' 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